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  • Lidia Ferreira

Cigarro Eletrônico - O Perigo Para a Saúde dos Adolescentes.



Se você; é mãe ou pai; ou convive com adolescentes e jovens; provavelmente já ouviu falar no cigarro eletrônico. Talvez ainda não tenha se preocupado com o risco que seu filho estar correndo em se tornar dependente dessa nova “onda”; ou melhor; epidemia. A intenção desse tema é chamar a sua atenção para esse assunto tão sério, quando se trata da segurança e da saúde daqueles que tanto amamos e somos responsáveis por proteger e orientar.


Estima-se que no mundo há cerca de 1.1 bilhão de fumantes. Dentre esses, 70% dizem que gostariam de poder parar de fumar. Porém, mesmo com toda a campanha sobre os riscos do cigarro à saúde; somente uma pequena parte da população conhece realmente os malefícios do cigarro. No mundo, 21% dos fumantes são #adultos; sendo 35% são homens e 6% são mulheres. Entre os adolescentes 25 milhões, entre 13 e 15 anos são fumantes.


O cigarro é responsável pela a morte de 7 milhões de pessoas todos os anos. Em média, 6 milhões dessas mortes estão relacionadas diretamente ao uso do #cigarro; enquanto aproximadamente 890 mil, estão relacionadas a exposição ao cigarro (fumante indireto, ou em Inglês second-hand smoke).


O dependência ao cigarro é considerado pela as Organização das Nações Unidas(ONU), a maior #epidemia da humanidade. Um dos fatores relacionados ao consumo do cigarro, é o baixo poder aquisitivo de 80% dos consumidores. Esse número representa o grupo de pessoas que menos tem acesso a vários recursos, assim como: médicos, benefícios, alimentação, #educação. Isso gera um aumento de mortes prematuras afetando ainda mais as famílias que são afetadas pela a morte do consumidor.


A indústria do tabaco criou um cigarro eletrônico específico para os fumantes como forma de contribuir com os que desejam parar de fumar. Rapidamente, o cigarro eletrônico se tornou um fenômeno; não somente entre os adultos, mas principalmente entre os adolescentes e jovens.

De acordo com Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC); entre os jovens que fumam o cigarro eletrônico; porém nunca fumaram o cigarro tradicional; aumentou de 79 mil para 263 mil, entre 2011 e 2013. Em 2018, 1 em cada 5 adolescentes é usuário do cigarro eletrônico (vaping ou e-cigarette). Esse número representa a mais nova epidemia e o governo americano vem estudando formas de combater esse perigo a saúde dos #jovens.


Mas se o cigarro #eletrônico foi criado para beneficiar os fumantes, porque o consumo é tão perigoso entre os adolescentes e jovens?


O cigarro contém mais de 4000 mil substâncias #químicas, sendo que dentre essas substâncias, 250 são mais nocivas e 50 são cancerígenas. O uso do cigarro é o maior responsável por diversos tipos de cânceres. Alguns desses cânceres são: pulmão, laringe, faringe, boca, bexiga, pescoço e etc.. Porém, apesar do consumo do cigarro eletrônico parecer inofensivo, algumas substâncias contidas são perigosas à saúde, principalmente por causa do aquecimento dos químicos durante o uso.


O cigarro eletrônico é um mecanismo que aquece o líquido para ser inalado. A nicotina é a principal substância e por isso é considerado um tabaco. O principal perigo do uso do cigarro eletrônico é que ao acender, inicia-se a vaporização dos químicos que contém no líquido; que sofre uma transformação das substâncias; tornando-as em altamente nocivas à saúde.

O outro risco para os adolescentes que usam o cigarro eletrônico, é o aumento do risco de passar a fumar o cigarro tradicional, especialmente porque todos os dois métodos levam à dependência. Uma outra substância muito nociva a saúde é a #ultrafina que possui partículas minúsculas que são absorvidas pelo o pulmão.


O mercado oferece mais de 460 marcas de cigarro eletrônico. O fato de existir uma mais de 8 mil sabores, contribui para aumentar o interesse dos #adolescentes que inicialmente experimentam os sabores mais populares. No entanto esses sabores são responsáveis pelo o aumento de doenças pulmonares.


Os principais componentes do cigarro eletrônico são: #nicotina, propilenoglicol, glicerina, aromatizantes e outros produtos químicos. Outro componente inicialmente inofensivo é o sabor que hoje os especialistas acreditam que o uso é muito mais prejudicial do que pensavam no passado.


Um dos problemas do uso de sabor durante fumo, é que provoca um aumento do tempo do fumo se comparado ao cigarro tradicional que não contêm sabor ou aromatizantes, como: sabor de fruta, doces, #chocolate, etc...


O cérebro do adolescente, que ainda se encontra em formação, pode sofrer consequências graves ao desenvolvimento. É necessário que, tanto nas escolas e principalmente em casa, exista a abertura para poder conversar sobre os perigos do cigarro.

Os pais e educadores devem iniciar uma conversa sobre os riscos da dependência do cigarro. Filhos que possuem liberdade para falar de forma livre e sem medo de serem julgados, tendem a não se envolver com o uso de tabaco ou outros tipos de drogas.


É fundamental também que os pais se envolvam com as atividades escolares, participando dos grupos de pais, procurando colaborar com as ações de combate a epidemia ao cigarro.


Também podemos participar de campanhas de combate ao cigarro e substâncias tóxicas que possuem o objetivo de acabar com a venda de cigarros eletrônicos.


Como esse é um assunto sério e muito complexo, pretendo voltar a compartilhar informações sobre esse assunto.

Se você se interessa sobre esse tema, aconselho a deixar um comentário abaixo ou no Instagram @plataformadigitalfeminina


Vamos #proteger os nossos #filhos, vamos acabar com essa epidemia.

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