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  • Lidia Ferreira

Que Tal Ir Para Cama?

Essa semana a primeira mulher a exercer o cargo de juíza da Suprema Corte dos Estados Unidos, Sandra Day O’Connor; 88 anos; foi diagnosticada com estágio inicial de demência; que possivelmente esteja relacionada ao Alzheimer, uma doença progressiva que destrói a memória e outras funções mentais. No mundo, a cada 3 segundos, uma pessoa é diagnosticada com demência. Isso representa que, cerca de cinquenta milhões de pessoas no ano de 2017 e estima se que até 2030 serão 75 milhões. O Alzheimer é a sexta maior causa de morte nos Estados Unidos; sendo que; durante o período dos anos de 2000 e 20015 ocorreu um crescimento 123% de mortalidade.

Cerca de 60% dos casos de demência estão relacionados a doença de Alzheimer, que na maioria das pessoas diagnosticadas, possuem mais de 65 anos de idade. Pessoas portadoras de Alzheimer, vivem em média 8,3 anos após o diagnóstico.

Os principais sintomas iniciais da doença de Alzheimer são: dificuldade de lembrar fatos e informações recentes, assim como aprender coisas novas. Os sintomas que demonstram um grau mais severo da doença são: desorientação, mudança de humor e de comportamento, além do aumento da dificuldade relacionadas ao reconhecimento; do tempo, lugar e até mesmo de parentes e amigos. Porém, quando os sintomas da doença chega a comprometer a locomoção e coordenação motora, o portador passa a viver com extrema limitação para: andar, falar e até para engolir os alimentos.

Agora o que a cama tem haver com Alzheimer?

A medicina, infelizmente ainda não descobriu nem a causa nem mesmo a cura para a doença de Alzheimer, porém alguns estudos demonstram que alguns fatores contribuem para o desenvolvimento da doença, assim como: sedentarismo, tabagismo, envelhecimento, excesso de noites mal dormidas e etc...

Pessoas que não dormem suficientemente, estão sujeitas ao longo do prazo ao aumento do risco de adquirirem várias doenças, assim como o Alzheimer. De acordo com estudos feitos pela a Universidade de Chicago, pessoas que dormem cerca de 6 a 8 horas de sono por dia, queimam mais calorias do que aquelas que não possuem o mesmo hábito. Além disso, pessoas que costumam dormir poucas horas ou que tem dificuldade para manter o sono no estado profundo, estão sujeitas: a desenvolver baixa imunidade, desenvolver diabetes, pressão arterial desregulada, mal-humor, fadiga e falta de disposição física, se envolver em acidentes, além do envelhecimento precoce.

Portanto, vamos criar hábitos saudáveis que inclua uma boa noite de sono. Fica então, a minha dica dessa semana, que tal ir para a cama mais cedo?


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